Nem mesmo Vieira tinha ido tão longe. No seu consulado, a sua versão de Estádio da Luz era — como sempre fora o verdadeiro — um templo de devoção. O centro do poder ficava noutro sítio. No Seixal. Agora é diferente. O que os cortesãos de Rui Costa pretendem é fundir o sentimento religioso, irracional e comovente, dos sócios com o poder político vigente.
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